Spectre (2015)

 


 


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Sam Mendes teve o mérito de dar uma nova roupagem a James Bond há três anos, quando tomou conta do franchising, sucedendo a Marc Foster. Fez de Daniel Craig um homem quase normal, que sofre de amor e que pode ser derrotado (ocasionalmente). Não me interpretem mal, as mulheres bonitas (Berenice Marlohe ou Helen McCrory), carros velozes, engenhocas e vilões mirabolantes nunca saíram de cena.


Ao segundo filme (não deverá haver terceiro), Mendes perde o gás. Começa bem com uma sequência no México, onde Stephanie Sigman (uma das estrelas de Narcos) dá um ar da sua graça mas, depois, cai a pique. O genérico não é dos melhores e Sam Smith arrasta-se na sua canção.


Depois, Bond descobre que todo o mal que lhe aconteceu nos capítulos anteriores é culpa de uma negra organização chamada Spectre, liderada pelo seu irmão de criação, Blofeld, um Chistoph Walz que parece reproduzir até ao tutano o seu genial nazi. Mas isto já não é Inglourious Basterds. E Bond tenta, pois, salvar o mundo enquanto foge dos “maus”, arranjando tempo para despir Monica Belluci e se apaixonar por Léa Seydoux, que não parece encaixar no lote de Bond Girls. Tudo demasiado arrastado e chato.

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