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A mostrar mensagens de julho, 2020

Como falar com raparigas em festas (2017)

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Enn (Alex Sharp) é um punk wannabe na Londres dos anos 70. Falhado típico, com dois típicos amigos falhados e atividades de falhado, acaba por ver a sua vida mudar quando dá de caras com uma nave espacial, com uma sociedade muito particular lá dentro. Claro que quando vê Zan (Elle Fanning), passa a não ter olhos para mais nada. E parece que ela também lhe acha piada, tanto que se liberta das amarras da sua cultura para experimentar a cultura londrina, conhecer a Rainha Punk, Boadicea (Nicole Kidman) e ainda aventurar-se num dueto musical com Enn. Tudo isto, claro, enquanto que se dá um amor impossível.

You (2019-?)

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You é o filho de Dexter, o bom serial killer e de How Get Away With Murder, a lição de como guardar segredos. Tem ainda uns pozinhos de Gossip Girl, ou seja, uns toques de crueldade adolescente e desejo de integração, sem falar que a figura central da série, Penn Badgley, vem justamente do elenco da série que celebrizou Blake Lively. Penn é Joe Goldberg, um jovem nova-iorquino que vamos percebendo que teve uma vida difícil, tendo aprendido os seus valores e o amor pelos livros com a sombria figura de Mr. Mooney (Mark Blum). Aos comandos da livraria de Mr. Mooney (descobrimos mais à frente que está incapacitado e sim, ficamos com a ideia de que Joe teve algo a ver com isso), Joe vê-lhe entrar na loja a bela Beck (Elizabeth Lail) e de antenas para cima, Joe faz dela o objeto da sua profunda obsessão, passando a fazer tudo para conhecer todos os pormenores da sua vida, posicionar-se como o perfeito cavaleiro andante e eliminar todo e qualquer obstáculo que se ponha entre eles…Uma boa surp...

Rocketman (2019)

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Menos badalado, Rocketman está para Elton John como Bohemian Rhapsody está para Freddie Mercury e, fosse isto uma competição, o Elton de Taron Egerton empataria (pelo menos) com o Freddie de Rami Malek (que parece que esteve quase quase a aparecer em Rocketman). O filme acompanha um Elton John em terapia (entrada em grande), lutando contra vícios e fantasmas, à medida que vai recordando a sua vida. No fundo, Rocketman repete a fórmula vencedora de Bohemian Rhapsody, contando como um rapaz sensível e diferente dos outros, em Inglaterra, começa a marcar encontro com o seu destino. E não é de estranhar, já que os dois biopics têm a mão de Derek Fletcher que no caso da história de Freddie Mercury, foi uma espécie de realizador secundário e aqui, assumiu totalmente as rédeas.Ficamos a saber que o pai de Elton pouco lhe ligava e que a mãe não era a mais bondosa das criaturas, cabendo à avó materna, o papel de providenciadora de amor e encorajamento, já que viu em Elton, sensibilidade e talen...

Detective Pikachu (2019)

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Lançado em 1996 como jogo de vídeo, Pokemon, a histórica de criaturas míticas de várias cores e formatos que os humanos capturam e treinam para que lutem entre si, alcançou o sucesso global e rapidamente saltou para os ecrãs como uma série de desenhos animados de sucesso em 1997. Depois de um período de acalmia, a febre dos Pocket Monster regressou em 2016 quando foi lançado o jogo de realidade aumentada que fez com que milhões de pessoas andassem na rua a caçar Pokemons. Terá sido no seguimento desse pico de febre que nasceu a ideia de fazer um filme, estreado este ano, que misturasse imagem real com animação. A imagem real conta com Justice Smith como filho de um detetive morto que quer saber o que aconteceu ao pai e que dá de caras com Pikachu (a estrela da franquia, com voz de Ryan Reynolds e de Nuno Markl por cá) que faz o papel de detetive e ajuda o jovem a ir mais além. Sem nada de imprevisível a acontecer, a verdade é que Detetive Pikachu é um triunfo do cinema de animação, mui...

Banshee (2013-2016)

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Só agora cheguei ao mundo absolutamente louco de Banshee, nome de uma pequena cidade norte-americana, bem como de um ser da mitologia celta. Saída da prisão, após quinze anos, um misterioso homem (Anthony Star) vê-se naquela localidade da Pensilvânia para encontrar a namorada, Ana (Ivana Milicevic). Mas quinze anos são tempo a mais e Ana, agora Carrie, seguiu em frente, tem marido, dois filhos e emprego. E nem sequer tem os diamantes que fizeram com que o ex ficasse na prisão tanto tempo. Lambendo as feridas do bolso e do peito, num bar local, acaba por se envolver numa cena de pancada. Resultado: dois assaltantes mortos e igual destino para Lucas Hood, o novo xerife. E se ninguém conhecia ainda Hood, o nosso homem misterioso não tem problemas alguns em lhe ficar com a identidade, passando de presidiário a chefe da minúscula esquadra. Tudo para estar mais perto de Ana. É assim que dá azo à sua veia violenta para épicos arraiais de pancada que se parecem ser afrodisíacos para o mulherio...

Chernobyl (2019)

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Poucas semanas depois do acidente de Chernobyl ter feito trinta e três anos, a HBO estreou uma minissérie de cinco episódios na qual mergulha nos anos 80 na União Soviética e nas consequências imediatas da explosão do reator. Um elenco de luxo (Jared Harris, Stellan Skarsgard, Emily Watson ou Barry Keoghan) mostra-nos como existiu falta de atenção na manutenção e como houve tentativa política de esconder a verdadeira situação. Apesar de focar homens de maior importância, como Mikhail Gorbachev, o interesse narrativo está na humanização das vítimas. Da mulher em breve viúva de um bombeiro até ao rapaz cuja a incumbência é dar matar cães ao tiro para evitar que transportem radiações, ficamos a conhecer a macabra influência do acidente em todos os aspetos das vidas. Mas claro que a visão, muito gráfica, dos efeitos da radioatividade no corpo humano, é quase tão chocante como as tentativas soviéticas de reafirmar que estava tudo bem.

Can You Ever Forgive Me? (2018)

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Lee Israel (1939-2014) foi uma escritora norte-americana com alguns pontos altos na carreira. Mas tornou-se conhecida pelo seu ponto mais baixo: a falsificação e venda de cartas de escritores famosos. É esse ponto baixo que a, até aqui, entediante comediante (não que não tenha piada mas o mesmo papel ad eternum, cansa) Melissa McCarthy retrata. Num papel que lhe valeu a nomeação para o Óscar de Melhor Atriz, McCarthy mostra Israel como sendo alguém que gostava de manter a distância de todos os seres vivos à exceção da sua gata; que tinha uma relação distante com a higiene e próxima com o álcool e cujo único interesse parecia ser o de escrever biografias, mais por medo de expor a sua voz do que por real vocação. Numa altura em que já ganhou algum dinheiro com a sua nova actividade, Israel conhece o prostituto inglês Jack Hock (Richard E. Grant), que se torna no seu único amigo e no seu cúmplice, expondo um lado mais carinhoso de Israel que com o esquema, acabou por se mostrar uma exímia...

O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017)

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Antes de saber quem era Yorgos Lanthamos e que tinha sido nomeado para o Óscar de melhor realizador, deparei-me com O Sacrifício do Cervo Sagrado, baseado numa tragédia da sua Grécia natal. Aqui, Colin Farrell (teve um impulso na carreira com Lanthamos) é um médico de meia-idade, de sucesso, com uma bonita esposa (Nicole Kidman) e um casal de filhos espertos e vivaços. O problema é a tendência do doutor de beber uns copos o que uma das vezes resulta na morte de um paciente na mesa de operações. O filho do morto (brilhante Barry Keoghan) começa então a aproximar-se do bom doutor que, pensando que este precisa de atenção, lhe dispensa o seu tempo e apresenta a sua família. Mal sabe que o espera uma maldição que leva os dois filhos à cama, sem se conseguirem mexer ou comer. Colin tem então uma escolha kafkiana: ou escolhe um dos membros da família e mata-o ou inevitavelmente a mulher e os filhos morrem. Cerca de duas horas de pura tensão.

Um pequeno favor (2018)

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Este Um Pequeno Favor (A Simple Favor) fez-me lembrar A Rapariga no Comboio ou Em Parte Incerta pela forma como explora o mistério a partir de vidas aparentemente simples e domésticas. Stephanie é viúva, dona de casa e sobretudo, uma supermãe. Tem um vlog onde dá dicas a outras mães e está sempre disponível para liderar todas as atividades na escola do seu filho. Percebemos mais tarde que é mais complexa do que aparenta mas em grande parte do filme é uma “croma”. A sua personalidade contrasta com a de Emily (Blake Lively), espampanante e sofistica loira, trabalhadora incansável da área do marketing, vestida à última moda, com casa e marido de sonho e apesar do amor pelo filho, bastante mais descontraída na sua educação. Por força da amizade dos pequenos, Stephanie torna-se visita de casa de Emily, conhece os prazeres das bebidas brancas antes das 15h00 e começa a trocar confidências. Quando mais uma vez Emily pede à amiga que vá buscar à escola, algo começa a parecer estranho à medida ...

O rapto (2017)

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Interessante surpresa que me passou pelos olhos ontem. Em O Rapto, do espanhol Luis Prieto, Halle Berry é Karla, uma empregada de café que leva o seu filho a brincar no parque. Num momento de distração, o pequeno Frankie desaparece e Karla só vê o filho a ser levado por dois estranhos. Sem telemóvel e sem ajuda, começa uma perseguição louca de carro para tentar alcançar o filho.

A maldição de Hill House (2018)

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A maldição de Hill House é uma das melhores séries dos últimos anos. Para isso contribui o que é da praxe: uma boa história central que nos deixa agarrados, pequenas histórias adjacentes que fazem as personagens crescer, um criador e realizador de mão cheia e um elenco de grande qualidade. A maldição de Hill House é uma das melhores séries dos últimos anos. E é-o num género que eu nem aprecio. O terror. Mas o bom terror é mais sobre a expectativa do que aquela ansiedade básica que nos faz saltar de x em x minutos. Confesso que não gosto. Em Hill House não faltam fantasmas nem sustos ocasionais mas o que nos interessa é a forma como os pontos se ligam entre o passado e o presente. No presente, mais ou menos em 2018, acompanhamos uma família destruída por um acontecimento do passado. Percebemos que há cinco irmãos sem mãe e com um pai distante. Os cinco incluem Steve (Michiel Huisman), um bem-sucedido autor de livros de terror, mesmo sendo cético quanto ao tema; Shirley (Elizabeth Reaser...

Bohemian Rhapsody (2018)

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Depois de ler críticas que esmagavam o filme, fui ver Bohemian Rhapsody com cautela e apreensão. Até aqui, tinha visto as fotografias de Malek como Mercury e tinha ficado espantado. Tinha visto o trailer, que ainda mais água na boca me fez. Não tirando o mérito do conhecimento aos críticos, a verdade é que gostei muito do biopic de Freddie Mercury e dos seus Queen e que me parece que Malek é um ótimo Mercury. Se tenho curiosidade de ver Sacha Baron Cohen na pele de Mercury? Sim. Se gostava de ver uma versão mais crua da vida dos Queen? Sim. Se a versão que temos disponível falha redondamente? Não. Bohemian Rhapsody é uma homenagem a Mercury, conta uma história da grandeza dos Queen e de como os outros três elementos não eram apenas ornamentais e fá-lo de forma subtil, não esfregando o consumo de droga ou as orgias na nossa cara, sendo quase um filme de família sobre uma das bandas da primeira divisão do Olimpo do rock. E isso não tem mal algum. Rami Malek mostra-nos um Freddie Mercury ...

Dumbo (2019)

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Dumbo, o clássico de animação que a Disney mostrou ao mundo em 1941 está de regresso para uma versão em imagem real (bem, quase real) e com um elenco de luxo, dirigido pelo one and only Tim Burton. Colin Farrell é um veterano da I Guerra Mundial, regressado sem um braço e para o circo que estrelou. Mas tudo mudou. A mulher morreu na sua ausência, os filhos não têm grande ligação com ele e os seus cavalos, coestrelas do seu número, foram vendidos pelo oportunista e dono do circo, Medici (Danny Del Vito). As coisas só se começam a compor com o nascimento de Dumbo, bebé elefante de orelhas XXL, motivo de gozo e desprezo, pelo menos até o pequeno paquiderme aprender a voar e tornar-se na galinha dos ovos de ouro do circo. A fama chega longe e logo logo, o Circo Medici e o seu elevador são contratos a peso de ouro. Dumbo passa a voar com Colette (Eva Green) no lombo e a ser propriedade do excêntrico Vandemere (Michael Keane), homem de princípios que pouco usa. E num instante passamos para u...

The Woods (2020)

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The Woods , inspirado na obra homónima de Harlan Coben, traz-nos uma Polónia entre os anos de 1980 e 2020, cuja realidade parece ter mudado muito pouco. A partir do olhar Paweł Kopiński, a série relata a busca pela solução de um misterioso desaparecimento da sua irmã e de outros jovens de um acampamento de Verão, depois de um Verão quente e cheio de romance adolescente, cujas histórias foram brutalmente interrompidas. Sem o sensacionalismo da produção americana,  The Woods é uma boa opção em matéria de investigação policial e produção europeia, tanto que há rumores de uma segunda temporada, que traria acontecimentos para além do livro. Sem dados de  spoiler fica a recomendação de três estrelas e meia. 

Goodbye Christopher Robin (2017)

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O escritor londrino Alan Milne (Domhall Gleeson) vem transformado da I Guerra Mundial e cedo percebe que não pode continuar a escrever peças de teatro leves como outrora, nem desfrutar da companhia da mulher Daphne (Margot Robbie). Para escrever um livro contra a guerra e encontrar alguma paz interior, Alan decide mudar-se para o campo, com a mulher e o filho, o pequeno Christopher (Will Tilston) e a ama, Nou (Kelly McDonald). Com dificuldades em desprender-se da guerra, só quando se vê sozinho com o filho é que Alan percebe o que realmente é importante, criando um laço de afecto e criando Winnie The Pooh, uma historia infantil que o celebrizaria e traria alguma felicidade à Inglaterra entre guerras.

Livros para o verão - 2

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O Enigma do Quarto 622 Joel Dicker "Numa noite de dezembro, um cadáver jaz no chão do quarto 622 do Palace de Verbier, um luxuoso hotel nos Alpes suíços. A morte misteriosa ocorre em plena festa anual de um prestigiado banco suíço, nas vésperas da nomeação do seu presidente. A investigação policial nada conclui e a passagem do tempo leva a que o caso seja praticamente esquecido.Quinze anos mais tarde, o escritor Joël Dicker hospeda-se nesse mesmo hotel para recuperar de um desgosto amoroso e para fazer o luto do seu estimado editor. Ao dar entrada no hotel para o que esperava ser uns dias de tranquilidade e inspiração, não imaginava que acabaria a investigar esse crime do passado. Não o fará sozinho: Scarlett, uma bela mulher hospedada no quarto ao lado do seu, acompanhá-lo-á na resolução do mistério, ao mesmo tempo que vai decifrando a receita para escrever um bom livro"

Wasp Network (2020)

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Cerca de quatro meses depois, regressei ao cinema para ver Wasp Network, um filme de espiões, baseado numa história verídica. No início dos anos 90, quando se pensava que a queda da União Soviética teria efeito dominó no regime de Fidel Castro, muitos desertaram para os Estados Unidos, em especial para Miami. É o caso do protagonista Rene (Edgar Ramirez), piloto, que deixa para a trás a mulher, Olga (Penélope Cruz) e a filha, de seis anos. Ajudado por uma associação de desertores cubanos, começa a trabalhar para eles a detetar aqueles que vão fugindo de Cuba em embarcações rudimentares, ajudando-os a chegar aos EUA, onde os espera uma vida melhor, com um olho posto no derrubar de Fidel. Pouco depois de Rene, também Juan Pablo (Wagner Moura), deserta, a nado e junta-se aos pilotos que querem fazer algo por Cuba. Mas nada é o que parece e nem sempre sabemos quem está de que lado. Numa história com aviões abatidos, explosões em hotéis e muito mais, brilham, ainda, Gael Garcia Bernal, como...

Livros para o verão - 1

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As sete mortes de Evelyn Hardcastle Stuart Turton "O que começa como uma celebração termina em tragédia. Os Hardcastle organizaram uma festa em Blackheath, a sua casa de campo, para anunciar o noivado da filha Evelyn. no final da noite, quando fogos de artifício explodem no céu, a jovem é morta. Mas Evelyn não vai morrer uma vez. Até que Aiden Bishop, um dos convidados, não resolva o seu assassinato, o dia vai repetir-se constantemente, sempre com o mesmo final triste. A única maneira de quebrar este ciclo é identificar o assassino. Sempre que o dia fatídico recomeça, Aiden acorda no corpo de um convidado diferente. E alguém está determinado a impedir Aiden de escapar de Blackheath."

Ennio Morricone (1928-2020)

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A Biblioteca dos Livros Proibidos (2018)

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A Biblioteca dos Livros Proibidos (não confundir com A Oficina dos Livros Proibidos de Eduardo Roca que também merece leitura e para além do nome tem uma capa semelhante), apesar de estar nas bocas do mundo há alguns meses, só agora me chegou às mãos. E é fácil de entender o buzz. Há anos que a humanidade presta atenção a romances históricos, livros que revelam segredos e a policiais. O livro de Tom Pugh leva-nos até 1562 e à Moscovo onde Matthew Longstaff tem como missão roubar um livro da biblioteca pessoal de Ivan, o Terrível. Igualmente ladrão de livros é Gaetan Durant, com a missão de roubar o rei da Dinamarca. Ambos trabalham para os Otiosi, “grupo clandestino de livres-pensadores determinado a manter acesa a chama do livre-pensamento que começa a expandir-se por toda a Europa”. Sobre os Otiosi paira a sombra de Gregorio Spina e da Inquisição italiana, disposta a destruir o que considera ser a “Biblioteca do Diabo”.

First Refprmed (2017)

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No Coração da Escuridão (First Reformed) é um lento e escuro, para ser apreciado. Foge ao ritmo alucinante de hoje em dia e dá-nos planos demorados e muitas vezes melancólicos. E isso é bom. Tem pouco a dizer mas di-lo com estrondo. No centro está Toller (Ethan Hawke), ex-militar que perdeu o filho no Iraque e regressou aos Estados Unidos, refugiando-se na fé. Como pastor, responsável pela igreja Fisrt Reformed, prestes a fazer 250 anos, conhece Mary (Amanda Seyfried) e é ao tentar ajuda-la e ao marido deprimido que descobre que a Igreja que agora defende tem uma série de negócios pouco recomendáveis. E começa a pensar no seu papel.

Habibi (2011)

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Passagens do Corão, histórias tradicionais do Norte de África e do Médio Oriente e um piscar de olho a  “1001 Noites” envolvem a história de amor mutável de Dodola e Zam, dois órfãos, num país vagamente islâmico e num tempo que só com a leitura avançado percebermos (com algum espanto) ser o atual. Depois de Blankets, Craig Thompson criou uma graphic novel ainda melhor, mais profunda e mais emocional, onde mostra ser um mestre no contar de histórias e no desenho, pleno de pormenores a cada página, o que explica os cerca de seis anos que durou a sua criação.