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A mostrar mensagens de dezembro, 2015

Os melhores do ano: filmes

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Mad Max: Fury Road - Em ano de bons regressos (Star Wars e Rocky, entre outros), o destaque vai todo para Mad Max. Com Tom Hardy no lugar de Mel Gibson, voltamos a um mundo futurista onde reina a pobreza e o desespero à medida que falta o petróleo e a água. Um mundo desértico onde as deslocações são feitas em carros pensados para matar os adversários e destruir os veiculos opositores e onde há muitos anos não nasce um ser humano saudável. Tentando-se libertar das garras de Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne), Imperator Furiosa (Charlize Theron), planeia fugir do ditador que vê nela um soldado de confiança, levando-lhes as suas noivas. Max ajuda-a, bem como Nux (Nicholas Hult), um soldado arrependido. O novo Mad Max é um deleite para os olhos, é um grande filme de ação mas é sobretudo uma metáfora do nosso mundo e daquilo para que caminha. O filme do ano.   Inside Out – Não raras vezes, os filmes de animação são para adultos. É o caso. Puxando da Programação Neuro Linguística , assistimos...

Maus (1980)

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O norte americano  Art Spiegelman conta, neste fantástico Maus , a história do pai, Vadlek, um judeu polaco que escapou à morte num Campo de Concentração. Art, agraciado com o Pulitzer em 1992, faz uma abordagem original para contar a velha história do extermínio de judeus na II Guerra Mundial. Como metáfora, faz dos judeus, ratos e dos nazis, gatos. Os polacos são porcos e os americanos, cães. Mas, como escreveu a Time "todos são terrivelmente humanos". É uma obra de banda desenhada (comic novel) a preto e branco e onde, de forma crua se retrata o Holocausto. Obrigatório.

BoJack & Archer

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Mesmo após anos de sucesso e qualidade de Simpsons, South Park, Family Guy ou Futurama , o género desenho animado ainda é visto como menor e para crianças. Não é. Em termos técnicos, é uma arte. Em termos, de conteúdo, depende, como qualquer série ou filme da história, forma como é escrito e dos intérpretes. Dois fantásticos exemplos de uma nova e refrescante vaga de desenhos animados politicamente incorretos são Archer e BoJack Horseman , que podem ser seguidos no Netflix.  Acher (H. Jon Benjamim) é um espião, bonitão e cheio de pinta que vive para seduzir mulheres (ou pagar-lhes para dormirem com ele, em muitos casos), não deve muito à inteligência, gosta mais de beber do que de trabalhar e tem um sentido de humor muito próprio. E ofensivo. Trabalha para uma agência (ISIS…) que a mãe, Malory (Jessica Walker), seu equivalente feminino controla com mão de ferro. Enquanto resolve, a custo, várias missões, convive com Lana Kane (Aisha Tyler), “boazona” e “super-espia” de serviço que o ...