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A mostrar mensagens de outubro, 2014

Forever (AXN)

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  Mesmo sendo um seriófilo, não é fácil que uma série me prenda, me conquiste e me faça fã. Aconteceu com House, Mentes Criminosas, Elementar ou Crossing Lines. A esta lista, toda ela mais recente, junta-se este Forever, que às segundas-feiras alimenta de qualidade o serão do AXN. Henry anda sobre a terra, morrendo e ressuscitando há 200 anos, sem compreender porquê, salvando vidas, obsecado com a sua estranha condição, e vivendo amores de perdição. 

Fúria no Bairro Japonês (1991)

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"Showdown in Little Tokyo", título original, é um filme desinteressante, de uma longa lista de filmes norte-americanos baseados em confrontos com a máfia, muita violência e... isso, apenas. Merece, contudo, a menção pela beleza e sensualidade incrível de Renee Griffin (ou Allman). De cortar a respiração. 

Ler depois da Triologia "O Século" - 5

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Arigato Campo Pequeno

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 Umas das melhores opções lisboetas para comer bom sushi a um preço variado é o Arigato Campo Pequeno. Apesar de ter um considerável tamanho, está sempre cheio e a marcação é essencial. Depois, um fantástico buffett com sushi fresco e muito variado. Para compor, há pratos cozinhados como gyozas ou alguns fritos. Imperdível.

Ler depois da Triologia "O Século" - 4

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Ler depois da Triologia "O Século" - 3

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Frank (2014)

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Quando já não se espera grande originalidade no cinema, aparece este Frank. Jon é um jovem músico que sonha com uma carreira de estrelato. Uma tarde, por acaso, conhece uma estranha banda e é convidado a juntar-se a ela para um concerto. Mesmo arrebatado pela actuação, acaba por seguir com a sua vida até que o produtor da banda lhe liga, convidando-o para mais uns concertos. Jon, que pensava ausentar-se apenas por um fim-de-semana, vê-se então, numa cabana no meio do nada a gravar um disco com Frank, líder da banda que usa uma cabeça falsa, nunca mostrando a sua cara e com uma séries de personagens que não entende. Mas, começa a descobrir em si um músico desconhecido.  Será um ano que mudará a sua vida.

Ler depois da Triologia "O Século" - 2

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Walking Dead, parte 5

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 Estamos em época de regressos. Após Homeland, regressa hoje Walking Dead. A parte 4 da série de zombies terminou com Rick e companhia presos no Términus, suposto paraíso no meio da terra dos mortos-vivos onde, afinal, os humanos sobreviventes não são assim tão bem recebidos. A narrativa continua a arrastar-se com os nossos heróis, temporada após temporada, a irem de sítio em sítio, tentando sobreviver aos milhões de zombies, desejosos de os comer. Após a prisão na quarta temporada, temos agora este Términus. A única coisa que faz com que se continue a ver a série é a curiosidade de perceber o que despoletou este vírus mundial. Desconfio é que, nunca saberemos. De resto, já sabemos que uns personagens vão sendo apanhados pelo inimigo e que novos vão aparecendo, numa versão chata e desgastada de Lost.

Ler depois da Triologia "O Século" - 1

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Magia ao Luar (2014)

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 A Europa não faz bem a Woody Allen. Quase sempre melhor recebido cá do que nos EUA, o velhote neurótico mudou-se para o Velho Continente, em troca de euros. Filmou Paris, Roma ou Barcelona. Agora, mudou-se para o sul de França e passou pela Alemanha. Conta, numa história chata e previsível a história de uma charlatã, suposta medium, que outro charlatão, suposto mágico chinês, não consegue desmascarar. Umas férias para Emma Stone e Colin Firth. A Allen, que já fez muito pelo cinema, receita-se um regresso à sua Nova Iorque onde criou e filmou pérolas como Balas Sobre a Brodway, Os Dias da Rádio ou Ana e as Suas Irmãs.

Sellfridges, parte 2

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Sem interrupções sentidas em Portugal, Jeremy Piven e companhia regressaran à Fox Life para a segunda série de Mr. Sellfridge, visionário criador dos armazens londrinos. Nesta season, encontramos a loja com cinco anos de sucesso e um staff que adora o patrão e até lhe presta uma homenagem no primeiro episódio. Mesmo com incontáveis amantes, o protagonista continua a sentir-se só, sem a família, longe de Londres. As personagens amadureceram, novas apareceram e começa a cheirar à primeira Guerra Mundial. Sellfridge tinha tudo para ser uma série descartável mas a sua leveza mostra que se sabe colocar no seu lugar, não querendo ser mais do que mediana, tornando-a honesta e visível.

Homeland, parte 4

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    Homeland (Segurança Nacional no nosso país) está de regresso. Brody, que deixámos pendurado pelo pescaço no fim da série anterior, já não mora aqui, e Carrie, mãe de uma filha que está à guarda da família, continua igual a si própria: luta contra a sua doença mental e luta contra os inimigos da pátria americana. Na primeira série, Brody, herói regressado de um longo calvário afegã, mostra-se, afinal, um infame traidor (ou não?) que Carrie quer parar mas pelo qual se apaixona loucamente. Na segunda, Brody cai em si e muda-se para o lado dos bons, ou seja dos States e na terceira, sabe-se lá porquê, muda-se para um prédio/país na América do Sul (ao género de The Raid) até encontrar a sua perdição. Após esta terceira época ao lado, os primeiros episódios de Homeland prometem o regresso ao terreno e ao terrorismo. Carrie é a nova Jack Bauer. PS: Veremos como é o regresso de Brody e em que moldes. Quem acredita que ele morreu mesmo?

Mais um

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A carreira literária de José Rodrigues dos Santos continua de vento em poupa. Depois de vários sucessos, sendo o último a história, em dois volumes, de Calouste Gulbenkian. Agora, cerca de um ano depois, chegará às livrarias portuguesas, a 23 de Outubro, "A Chave de Salomão". O ritmo de JRS continua a ser impressionante, sobretudo, tendo em conta toda a pesquisa que as suas histórias implicam. A verdade é que, mesmo com fraca qualidade literárias, as histórias do jornalista costumam ter a sua piada e são enormes sucessos de venda.

U Chiado

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Em pesquisa na internet, escolheu-se este U Chiado para o brunch num dia especial. Fica ali na Rua Duques de Bragança e soma pontos assim que se entra porta dentro. A decoração é mesmo o melhor da experiência. O brunch custa 16 euros e, mesmo contemplando o sumo de laranja natural, não inclui as águas. O pão é bom, o croissant igualmente e a manteiga aromatizada, queijos e carnes frias fazem o seu papel. Depois, os quentes. Ovo Benedict decente; salsicha e bacon eficazes e legumes grelhados que sabem bem. Há ainda batatas no forno e uns rolos folhados com salmão que fazem a diferença. O pior vem depois. Sem aviso, as panquecas (essenciais em qualquer brunch) são trocadas por uma madalena dura e sem graça). A explicação, vinda, da atabalhoada empregada é: "as panquecas eram alvo de reclamações". Depois, em vez das anunciadas bolas de Berlim mini, aparece um bolo de bolacha. A explicação:"já não sei o que dizer". O espaço é bonito e metade do brunch não é mau. Os doce...

Rubro

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    Situado na Praça do Campo Pequeno (há muito boas razões para lá ir, que não as touradas) fica este simpático Rubro, de inspiração espanhola. O ideal é ir com amigos e pedir vários pratos para "picar". Primeiro, há sempre bom azeite. Pena que o pão que nos trazem para o molhar, não esteja à altura. Mas, adiante. Há uma bela seleção de cogumelos; de revueltos (os com espargos ganham aos outros) e, claro, as tradicionais batatas bravas carregadas de molhos. Tudo agradável. Mas, se se quer algo que fique na memória, que se vá para o carpaccio de buey. Para quem não se convence com petiscos, há carne da boa. Ver carta . O serviço é simpático e rápido. Dois petiscos por pessoa (de bom tamanho) e um copo de vinho, andam pelos 18 euros. Vale a pena.

O Novo Sapo

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   O novo layout dos blogs do Sapo está excelente, colocando a plataforma no novo milénio do design, e tornando-se definitivamente o melhor serviço de blogs gratuitos do mundo. Ampliando as novidades, o novo logótipo é também um deleite, simples, original e futurista. Só resta mesmo um novo design para o mail do Sapo, esperemos que seja para breve.