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A mostrar mensagens de novembro, 2013

A Mother's Nightmare

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A Mother's Nightmare é um drama sobre uma bela, perturbada e manipuladora jovem e a árdua e dramática tarefa de uma mãe que precisa resgatar o filho demasiado apaixonado e inocente para ver além da beleza de Vanessa. Realista e muito mais do que plausível, um retrato de uma realidade corrente.

Um Milionário em Lisboa

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Concluída a leitura de O Homem de Constantinopla, lancei-me na segunda parte da obra de José Rodrigues dos Santos sobre Calouste Gulbenkian, Um Milionário em Lisboa. Se, o primeiro volume se centrava, sobretudo, em Calouste, aqui Kaloust Sarkasian, para marcar o personagem como sendo de ficção, apesar de imensos factos reais, o segundo volume começa por centrar-se em Krikor, filho de Kaloust. Krikor, a viver em Bona, conhece uma rapariga arménia, por quem se apaixona e o seu estatuto, filho de pais ricos e neto de arménios de renome, atrai os pais. A rapariga também se apaixona por ele e, quando, o pai deixa a Alemanha rumo à Turquia, Krikor vai atrás da amada. Esta é a desculpa do autor para relatar, em cerca de 200 páginas, os horrores praticados sobre o povo arménio, quase exterminado às mãos turcas (em 1915, terão sido assassinados milhão e meio de arménios). Estas páginas, impressionam pelas descrições do horror e pelo espírito aventureiro de Krikor, fazendo lembrar, a espaços o g...

Uma tarde em Lisboa

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Dia 18

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    Segunda-feira será um dia culturalmente interessante. Nessa data, 18 de novembro, chega aos escaparates "Um milionário em Lisboa", segunda parte da obra sobre a vida de Calouste Gulbenkian por José Rodrigues dos Santos. Não digo que seja o melhor escritor português e até sublinho que existem centenas melhores mas, isso não tira o mérito aos seus livros, com temas interessantes e bom ritmo.     Chega, ainda, às lojas, "Lisboa 22.38", o novo trabalho de António Zambujo, um dos mais interessantes cantautores portugueses. O alentejano edita um albúm ao vivo no Coliseu de Lisboa. Conheça-o melhor aqui.

A origem do Capuchinho Vermelho

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Desde a publicação pelos irmãos Grimm da sua compilação de contos da tradição oral europeia, há uns 200 anos, que os especialistas repararam que muitas dessas histórias infantis são parecidas entre si — e também parecidas com histórias do mundo inteiro, lê-se num comunicado da revista. Em particular, existem grandes semelhanças entre  O Capuchinho Vermelho  e uma série de contos africanos e do Sudeste asiático. Mas até aqui, determinar se esses contos têm ou não um “antepassado” comum tem sido difícil, porque, sendo de transmissão oral, eles escapam à análise literária. Mesmo a versão dos irmãos Grimm provém de uma versão mais antiga — a de Charles Perrault, no século XVII — e esta, por sua vez, deriva de uma tradição oral ainda mais antiga, com raízes em França, Áustria e Norte de Itália . 

Não percebo

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  Confesso que não entendo a evolução de Walking Dead. Nada parece acontecer senão o habitual: os protagonistas matam zombies e uma vez por outra, um zombie mata um protagonista. Ou algo me escapa ou a mestria de Lost não aterrou aqui.

Conhecer Calouste

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  José Rodrigues dos Santos não escreve bem mas reúne elementos históricos que transforma em histórias que valem a pena ser lidas. "O Homem de Constatinopla" é um desses casos. Nele, o jornalista e escritor best-seller propõe-se a contar a história do milionáro arménio Calouste Gulbenkian, conhecido entre nós pela sua fundação bem no centro de Lisboa. Este é o primeiro volume, acompanhando Calouste em criança e na juventude. Segue-se "Um Milionário em Lisboa", segunda parte desta biografia romanceada de um dos homens mais interessantes do séc. XX.  

De Profundis, Valsa Lenta

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Na secretária do escritório, sempre ao lado, à espera de coragem para o ler. 

Hamsun

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  Pouco conhecido em Portugal, Knut Hamsun é um dos meus escritores favoritos e um dos autores mais brilhantes de sempre. Norueguês, viveu entre 1859 e 1952, nascendo e morrendo no seu país, apesar de algumas estadias nos EUA. Recebeu o Nobel da Literatura em 1920. O seu livro mais conhecido e mais genial é Fome , onde relata o dia-a-dia de um escritor talentoso mas sem trabalho e sem casa, que vagueia por Oslo, conseguido um ou outro biscate mas, tentando sempre manter a dignidade.No entanto, o meu favorito será Victoria , uma belíssima história de amor. A sua vida ficou assombrada pelos rumores de simpatia para com Hitler. À parte disso, chegou esta semana aos escaparates um "livro novo" deste autor. A não perder.

Black Atlantic Religion

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Não sendo propriamente do teor deste blogue, cumpre contudo mencionar que este livro, recém-lido, é das mais significativas obras sobre as transformações, a diáspora e a problematização ritual no espaço Atlântico, com enfoque ao Candomblé e à religião Yorùbá. Sem esta obra qualquer produção sobre os processos de construção ritual e de identidade no Candomblé fica órfã. 

A Oficina dos Livros Proibidos

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Pese embora a quantidade de livros por ler que se possa ter, um viciado em livros sabe que, às vezes é impossível resistir. Na FNAC, há pouco, deparei-me com A Oficina dos Livros Proibidos, um romance histórico, passado em Colónia, que conta a história de um grupo de sábios que se une para levar cultura ao povo através da difusão de livros. O autor, Eduardo Roca, é um catalão, desconhecido para mim.

Thor 2

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O herói do martelo regressa para uma segunda aventura. Perde fulgor em relação à primeira mas continua a ser um filme com história, bons atores e interpretações e muito bem feito tecnicamente. São duas horas de pura diversão, rótulos a parte.

Choupana Caffe

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A moda do Brunch continua em Lisboa e há não muito tempo, o Choupana Caffe juntou-se aos melhores locais para o saborear. Fica na Avenida da República, quase no Saldanha e oferece uma refeição variada, de qualidade e a um preço competitivo - 14,5 euros. Vem sumo de laranja, cappucino ou uma taça de iogurte; pão variado, croissant (do melhor) ou scone (fraco); queijo, fiambre, manteiga, mel, doce, perú ou salmão; salada e ovos mexidos. No fim, panquecas, fofas. Um espaço simpático, bem decorado e frequentado, com boa comida a um preço interessante. Recomenda-se.