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A mostrar mensagens de julho, 2016

Leitura para o verão 2016

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A domadora de leões - É pouco provável que Camilla Lackberg ganhe o Nobel da Literatura mas também é pouco provável que um livro seu aborreça um leitor. A tradução portuguesa dos seus livros costumam sair todos os anos no início do verão, mesmo a tempo de ser consumidos na praia. Afinal, o que melhor do que um policial sueco para ler no calor português?   O livro dos Baltimore - É o novo livro do autor d´A Verdade sobre o caso Harry Quebert. É preciso dizer mais?   O grande livro da seleção - Em ano de glória futebolistica, nada melhor do que recordar os quase-êxitos anteriores, pela pena certeira e conhecedora do grande Rui Miguel Tovar.   Os Vampiros - A dupla Filipe Melo e Juan Caviá regressam para se aventurarem num mergulho na Guerra Colonial. Bom argumento e excelentes desenhos. Um orgasmo visual.   Harry Potter and the Cursed Child Parts I & II - A 31 de julho chega mais um livro do fenómeno, ainda bem a tempo do verão.

Stranger Things (2016-)

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  Stranger Things chegou ao Netflix português. E que gloriosa que é esta nova série. Nela, mergulhamos nos anos 80 e numa pequena cidade norte-americana, da qual o pequeno Will Byers desapareceu, sem deixar rasto. Em busca dele lança-se toda a cidade. Os três amigos nerds dele - Mike, Duncan e Lucas; a mãe, a enlouquecer de dor (Winona Ryder); o xerife Hopper (David Harbour) a braços com a perda da própria filha e com os seus vícios e Jonathan, irmão de Will que às tantas passa a contar com a ajuda de Nancy, irmã de Mike e rapariga perfeita lá do burgo. O pior é que este não é um desaparecimento comum como se percebe quando os três amigos de Will encontram Eleven, uma estranha rapariga de cabelo rapado que eles descobrem ter poderes e que adoptam como amiga e como arma na luta contra o tempo para encontrar Will. Afinal, parecem existir monstros um pouco por todo o lado e uma estranha secção do Governo que os estudava, com a ajuda de...Eleven. Genial a reconstituição dos anos 80, lembra...

As Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy (2010 a 2016)

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    Nos anos de infância e início da adolescência fui obcecado por banda-desenhada sendo apaixonado, até hoje, por Tintin, Asterix, Gaston ou Lucky Luke. Na idade adulta, esse vício desvaneceu-se mas há poucos meses, por influência de um amigo, voltou a aparecer. Sendo adulto, chamo-lhe agora graphic novels e não BD e compro-as muitas vezes em inglês e por preços mais elevados do que os mil e quinhentos escudos que na altura bastavam para ter um novo volume. Leio também mais rápido, tornando este vício numa aventura cara. Mas compensadora.   Lamurias à parte e depois de me atualizar em séries de sucesso internacionais como Saga, Chew, Southern Bastards ou Descender, virei-me para Portugal e para a genialidade de Filipe Melo, também conhecido como músico e agora como participante do podcast “Uma Nêspera no Cú”. Comecei pelo fabuloso “Os Vampiros”, sobre um grupo de soldados portugueses no Ultramar e as suas angústias, desenhadas de forma brilhante por Juan Cavia.   Voltei agora para uma...