Sei lá, que filme!


De Margarida Rebelo Pinto conheço-lhe meia-dúzia de linhas do Sei Lá. Não gosto do seu estilo. Há quem goste, respeito, mas não deixo de olhar MRP como uma versão portuguesa da personagem Carrie Bradshaw do Sexo e a Cidade. E este romance, que foi um "best-seller" é uma versão apressada e lisboeta da série norte-americana estrelada por Sara Jessica Parker. Estas colagens expressam, claro, o impacto que a série norte-americana (mais do que o livro que lhe está na base) teve, e a forma como esta moldou as mulheres no Ocidente, ao ponto de não se saber que a série reflete as mulheres se as mulheres refletem a série. Curioso facto é que o romance está em rodagens, pelo que em breve teremos nas salas de cinema do país o filme Sei Lá. O brejeiro está a ganhar cada vez mais espaço na nossa cultura, onde tudo é plástico e en passant

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